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Soja é melhor que vinho contra radicais livres
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Extrato de uva é bom para o coração

Pesquisa de drogas de abuso em cabelo

Suco de romã ajuda a combater o câncer de próstata
Cosméticos da Bioengenharia

Célula-tronco embrionária usando célula de pele
Pele e Implantes de células-tronco
Células de feto curam queimaduras graves
Dermatologia Nutricional 
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Extrato de tomate diminui a pressão arterial
Fibras não-solúveis protegem contra doenças cardiovasculares
Resveratrol impede transmissão de herpes
Botox® pode ajudar no tratamento de enxaqueca
Síndrome de Ardência Bucal


Pesquisa de drogas de abuso em cabelo


Como funciona a análise de cabelo?

Cada folículo capilar é provido de seu próprio suprimento de sangue. O cabelo cresce aproximadamente 1 cm por mês, e a maioria das drogas ilícitas ou medicamentos presente no organismo circula pelo sangue e entra no folículo piloso, sendo então incorporada a matriz do cabelo a medida que ele cresce. A droga permanece aprisionada no cabelo durante o seu crescimento e fornece informação - como se fosse um gravador - do consumo de substâncias ao longo do tempo. Pode-se analisar segmentos únicos de cabelo, que darão informação sobre o consumo nos últimos um, dois ou três meses, ou segmentos seqüenciais de 1 cm a 3 cm de comprimento, o que permite determinar o histórico de consumo de drogas do indivíduo ao longo de vários meses .

Por que utilizar análise de cabelo?
Até recentemente, o método habitual de saber se alguém vem fazendo uso de drogas ilícitas era exclusivamente por meio de análise da urina ou, menos freqüentemente, do sangue. Existem várias desvantagens na conduta utilizando a urina. Consumidores de drogas experientes podem, no processo de coleta, substituir a sua urina por uma que não contenha drogas, o que obriga a se realizar observação direta da coleta. De forma ainda mais importante, a maior parte das drogas ilícitas desaparece tanto da urina como do sangue após dois ou três dias de seu último consumo, e isto faz com o consumo intermitente possa não ser detectado. Isto não ocorre com a análise do cabelo.

De que lugar a amostra de cabelo é retirada?
O lugar ideal para a coleta de amostras de cabelo é a coroa da cabeça. Uma pequena quantidade é cortada o mais próximo possível do couro cabeludo. É possível a análise de pêlos de outras áreas do corpo, mas eles apresentam algumas limitações, apesar da velocidade de crescimento semelhante ao do cabelo da cabeça. A utilização de pêlos de outras partes do corpo não possibilita a análise de segmentos e a determinação de histórico mensal de uso ou abstinência de drogas. Como a incorporação de drogas em pêlos se dá de forma semelhante a que ocorre em cabelos, e possível porém se avaliar se houve ou não ingestão de drogas em algum ponto nos últimos 3-6 meses.

De quanto cabelo se precisa?
A quantidade de drogas presente em um centímetro de um fio de cabelo é muito pequena, e por isto é necessário cerca de 50 fios de cabelo, o que eqüivale a espessura da metade de um lápis. O local de retirada da amostra fica praticamente imperceptível e não interfere com o tipo de corte de cabelo.

As amostras não podem ser trocadas? Este teste é confidencial?
As amostras são coletadas utilizando-se formulários especiais que tem lacres que impossibilitam a troca de amostras e são acompanhadas por um sistema de identificação que é rubricado pelo doador e pelo responsável pela coleta da amostra. Todo o teste é tratado de forma confidencial.

Que drogas podem ser identificadas no cabelo?
As seguintes drogas podem ser detectadas no cabelo:

Opiáceos, incluindo a heroína, morfina, codeína, dihidrocodeína e metadona
Meperidina
Cocaína e crack
Anfetaminas, também conhecidas como speedy ball e speedy
Metanfetaminas, que é o ecstasy
Benzodiazepínicos, que inclui diversos medicamentos como diazepam, oxazepam e temazepam
Barbitúricos, incluindo o fenobarbital
Cannabis, que é a maconha e o haxixe.

A maior parte das drogas habitualmente utilizadas não é mais detectada em sangue ou urina 48 horas após o seu consumo. A exceção é a cannabis, que se mantém em tecido gorduroso por até 4 semanas, e pode ser detectada na urina por este período, após o consumo. Dada a instabilidade dos ingredientes e metabólitos, não e aconselhável utilizar mais do que 3 centímetros de cabelo.

Quanto custa esta análise? Ela demora para ficar pronta?
O valor da análise varia de acordo com o número de drogas que se quer pesquisar e do número de segmentos de cabelo que se pretende estudar. Existem seis grupos de drogas e diversos segmentos de 1 a 3 cm de cabelo (o que reflete um a três meses de consumo) podem ser analisados para cada droga. O resultado fica pronto em até 14 dias.

Onde o teste é feito?
Ele é realizado no laboratório Tricho-Tech, de Cardiff, Reino Unido, que é pioneiro no desenvolvimento da tecnologia necessária para esse tipo de análise.

Fonte:
http://www.institutofleury.org.br

Ultima atualização: 13/08/2006


Cosméticos da Bioengenharia

A pele é o maior órgão do corpo e como todos os órgãos sofre a influência do meio ambiente e da ação de substâncias produzidas pelo nosso organismo. Dentre estas substâncias, as mais importantes são os hormônios e as enzimas. Os hormônios produzidos pelas glândulas endócrinas agem em todos os órgãos, porém as recentes descobertas apontam para a importância de certos hormônios locais e inibidores de enzimas que agem especificamente na nossa pele.

Fatores de Crescimento Humano são proteínas humanas (hormônios) que influenciam o DNA e estimulam a proliferação de células e a síntese de proteínas. São produzidos localmente pelo nosso corpo. Fatores de crescimento existem em todos os animais e vegetais, porém não têm efeito sobre a pele humana, pois sua composição genética básica evita que se vinculem aos receptores de superfície da célula humana. Isto é, tem que ser de origem humana para agir na nossa pele. Portanto, existe um fator limitante que é a biocompatibilidade, os receptores de membrana para os hormônios são específicos de cada espécie. Existem 32 tipos conhecidos de fatores de crescimento, os mais pesquisados e estudados atualmente são:

  • Fator de Crescimento Epidérmico (EGF): é um hormônio de proteína natural produzido localmente pelo corpo humano para a cura de lesões da pele. O EGF não muda a célula da pele, ele apenas aumenta a produção de novas células. Atualmente os cientistas produzem o EGF em escala industrial utilizando a técnica do DNA recombinante. Este hormônio é utilizado para a cura de lesões de pele, como em queimaduras de segundo e terceiro graus; tratamento do envelhecimento cutâneo, combatendo a senescência da pele da face, pescoço e mãos, e de outras partes não adequadas para a cirurgia plástica; cura da rosácea, cortes, acne, cicatrizes com menos de dois anos (este é o período de tempo em que as cicatrizes passam pelas maiores mudanças). Os cremes com a proteína EGF recombinante humana já existem no mercado mundial, mas não no Brasil. Uma marca conhecida é Révive, produzida pelo laboratório Bays Brown (USA).
  • Fator de Crescimento tipo Insulina (IGF): é um fator de crescimento humano que estimula a proliferação de células e de síntese de proteínas também. Mantém saudável a massa de nossos músculos, ossos e tecidos. A aplicação tópica tem dado excelentes resultados, tornando a pele mais espessa, da mesma consistência da pele de uma pessoa jovem. É o mais potente fator de reparo de tecidos e da pele.
  • Fator de Crescimento Derivado de Plaquetas (PDGF): apresenta as mesmas propriedades regenerativas do EGF e é utilizado especificamente para a cicatrização de úlceras de pele e feridas causadas pelo diabetes. Não está disponível para aplicação direta sobre a pele.
  • Fator de Crescimento Transformador Beta (TGF-beta): tem demonstrado sua capacidade de estimular a síntese de DNA em células da pele humana. Este fator ainda está em fase de testes, mas já está comprovado que é o mais potente dos fatores de crescimento de tecidos.
  • Fator de Crescimento de Queratinócitos (KGF): estimula o crescimento da mucosa da boca, das gengivas, do revestimento interno da garganta e da epiderme. O KGF alivia os efeitos colaterais da quimioterapia e da radiação. É ativado pelos raios ultravioleta do sol, e os protetores solares, embora sejam importantíssimos para a nossa saúde, esgotam a produção de KGF, essencial para a pele jovem e saudável. Os cremes com a proteína KGF recombinante humana já existem no mercado mundial, mas não no Brasil. Uma marca conhecida é Révive, produzida pelo laboratório Bays Brown (USA).


Além dos Fatores de Crescimento Humano, existem outras substâncias que agem na nossa pele para combater o envelhecimento cutâneo, como os inibidores de enzimas e outros hormônios. Dentre elas se destacam:

  • Inibidores de Protease: proteases são enzimas liberadas pela epiderme, controladas pelos níveis hormonais do nosso corpo. Há muitos tipos de proteases, e cada uma cumpre uma função diferente, como manter as células da pele unidas, ou descamar as células mortas.
  • Inibidores de MMP (MPI): a metaloproteinase de matriz (MMP) é um tipo de protease (enzima) responsável pela destruição do colágeno e elastina da nossa pele, e pela destruição da matriz saudável dos tecidos e órgãos humanos. Os inibidores de MMP (MPI) manipulados pela bioengenharia fortalecem a função protetora da pele, de forma a eliminar a vermelhidão, as linhas finas, as olheiras e as marcas causadas pelo sol. Também provaram ser eficientes em vasos capilares rompidos, couperose e até varizes nas pernas. Não existe outro produto no mercado com efeitos tão potencialmente benéficos para a nossa pele.
  • Tecnologia de Renovação de Matriz (MRT) consiste em suplemento oral com inibidores de mataloproteinases, como astaxantinas, ômega 3, ácidos graxos e glucosamina, com creme de uso tópico com MPI.
  • Hormônio de Crescimento Humano (HGH): provou reverter muitos sinais de envelhecimento, porém também apresenta efeitos colaterais sérios. Não se sabe se os benefícios superam as responsabilidades pelo uso. Melhor esperar por mais estudos comprovando sua utilidade no tratamento do envelhecimento cutâneo. Da planta Yam Mexicano é extraído uma substância vegetal semelhante ao Hormônio de Crescimento Humano, muito utilizado em suplementos alimentares..

Resumindo: Novas tecnologias de DNA recombinante produzirão uma nova era em produtos antienvelhecimento, que praticamente revolucionarão a dermatologia e a cirurgia plástica num futuro muito próximo. Muitas destas novas técnicas modernas para darem resultados, necessitam de reeducação alimentar, atividade física e suplementação de nutrientes essenciais para a pele. Recomendo ler o livro About Face do cirurgião plástico norte-americano Dr Gregory Bays Brown, já lançado em português em 2005. Em 2006 serão lançados no Brasil dois livros do dermatologista norte-americano Dr Howard Murad sobre tratamento da Celulite ("A Solução para a Celulite") e das Rugas ("Livre de Rugas para Sempre"). Estes três livros enfatizam o tratamento da pele como parte de um todo - o nosso corpo. Esta mesma linha de pensamento é seguida pelo dermatologista norte-americano Dr Nicolas Perricone.

Ultima atualização: 17/03/2006


Cientistas criam célula-tronco embrionária usando célula de pele

Cientistas norte-americanos conseguiram criar uma nova célula-tronco embrionária humana a partir de uma célula de pele comum, o que poderia eliminar a necessidade de clonar embriões humanos para obter esse tipo de célula para futuros tratamentos. A técnica, que funde uma célula-tronco embrionária com células adultas de pele e de osso, também elimina a necessidade do uso de óvulos, que são de difícil obtenção e hoje são imprescindíveis no processo de clonagem. A equipe de cientistas, no estudo publicado na revista Science, ressalta que o método ainda não está pronto para ser utilizado em seres humanos.

As células-tronco são as células-mestras do corpo que podem, em tese, ser usadas para regenerar tecidos, órgãos e sangue. As células-tronco retiradas de embriões de poucas células são consideradas as mais versáteis, pois são capazes de produzir qualquer tipo de tecido. Mas o uso de embriões humanos é polêmico, e países como os Estados Unidos limitam em muito o estudo com esse tipo de célula, principalmente durante o governo Bush.

A equipe conseguiu, depois de fundir as células-tronco embrionárias às células de pele adultas, reprogramar estas últimas para o estado embrionário. As novas células agiram como células-tronco, formando tumores chamados teratomas quando injetadas em ratos, um teste clássico para detectar o verdadeiro status de célula-tronco embrionária. Também continham genes exclusivos das células-tronco. As células resultantes pareceram ser capazes de sobreviver indefinidamente em laboratório, outro teste para identificar uma verdadeira célula-tronco embrionária. Quando cultivadas, as células se diferenciaram em três tipos básicos de célula. A equipe afirmou que seu objetivo final é entender como reprogramar uma célula humana comum. Assim, o uso de embriões humanos seria apenas um passo transitório no aprendizado da produção desse tipo de célula.

Hoje, as células-tronco embrionárias ou são tiradas de embriões remanescentes de tratamentos de reprodução assistida ou são criadas pela clonagem. Ela é feita retirando-se o núcleo de um óvulo humano e substituindo-o pelo núcleo de uma célula adulta, ou somática, da pessoa que receberá o tratamento. Se isso for feito corretamente, o óvulo começa a se dividir como se tivesse sido fertilizado por um espermatozóide. Se pudesse compreender como esse processo funciona, a reprogramação, seria possível transformar diretamente as células adultas em células-tronco embrionárias, sem o uso de embriões nem óvulos. Mas há uma "barreira técnica substancial". As células-tronco produzidas a partir da fusão contêm DNA de ambas as células. Portanto, elas não seriam geneticamente compatíveis com o paciente.

Ultima atualização: 25/10/2005


Pele e Implantes de Células-Tronco

Usar célula-tronco para mudar a textura do cabelo ou o formato do rosto ainda não é possível. Mas utilizar essas versáteis estruturas para dar uma melhorada na pele já é uma façanha bem mais próxima de ser realizada. No Rio de Janeiro, o médico Gerson Cotta-Pereira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e o cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti estão conduzindo uma pesquisa para fabricação de colágeno humano a partir de células-tronco. O estudo é pioneiro no País e, se for bem-sucedido, representará um avanço na área da beleza. Os pesquisadores obterão a melhor receita de produção de uma das fibras mais importantes para a saúde da cútis, a que lhe dá sustentação. E usando como matéria-prima células-tronco do paciente, o que evita rejeição.

O estudo está sendo realizado na Santa Casa de Misericórdia do Rio. O processo começa com a retirada de um fragmento de pele de trás da orelha (local mais escondido). Dessa amostra, são extraídas células-tronco presentes no entorno dos vasos sangüíneos que irrigam a derme (camada da pele). Estimuladas corretamente, essas estruturas transformam-se em fibroblastos, células que sintetizam o colágeno. O material fica estocado em um tanque de nitrogênio líquido. "Simulamos in vitro as mesmas condições em que o organismo produz o colágeno", explica Cotta-Pereira.

A idéia é usar o colágeno para combater a flacidez e preencher rugas. O médico Cavalcanti desenvolve estudos para checar sua durabilidade e definir maneiras eficientes de acondicioná-lo e de aplicá-lo. A toxina botulínica, por exemplo, perde eficácia se for injetada 15 dias após a abertura do frasco. "O produto deverá durar um ano, um ano e meio. Mas, como faremos um banco de colágeno personalizado para cada cliente, poderão ser feitas várias reaplicações", diz Cavalcanti. A má notícia é que o produto só deverá estar disponível para uso daqui a dois anos.

Ultima atualização: 25/10/2005


Células de feto curam queimaduras graves

Tecidos cultivados com células são enxertados em crianças as quais passariam por autotransplante. Enxertos feitos com tecidos fabricados a partir de células de peles fetais permitiram tratar com rapidez crianças gravemente queimadas, de acordo com um estudo de médicos suíços publicado na revista médica britânica The Lancet. As oito crianças tratadas eram candidatas ao clássico auto-enxerto de pele, aplicado nas queimaduras profundas, em particular as de terceiro grau que destroem toda a espessura da derme e não permitem uma cicatrização espontânea. Com pequenas porções de tecidos cutâneos fetais aplicados nas lesões das crianças, mais os emplastros cutâneos acrescentados regularmente, as feridas se fecharam em pouco mais de duas semanas. A solução tradicional, com o auto-enxerto, significa extrair pedaços de pele saudável de um ponto do corpo do paciente para enxertá-los nas lesões, de modo que o revestimento cutâneo possa se regenerar.

A equipe do professor Patrick Hohlfeld, do Hospital Universitário de Lausanne, criou um banco de células de pele fetal a partir de uma doação de 4 centímetros quadrados do material. Após a interrupção de uma gravidez de 14 semanas, uma mulher autorizou a retirada de uma amostra do feto e a equipe recebeu a aprovação de uma comissão de ética para esta doação única. Os autores do estudo apontam que vários milhões de pedaços cutâneos (9cm x 12cm) para uso terapêutico podem ser produzidos a partir de uma única doação. As células de pele fetal podem ter um grande potencial terapêutico até mesmo outros ferimentos. A pele do feto é um substituto de pele biológica que pode constituir um aporte de pele de muito alta qualidade em pouco tempo para os queimados, sem necessidade de técnicas de enxertos adicionais.

Ultima atualização: 25/10/2005


Dermatologia Nutricional

Necessidades nutricionais do seu corpo

As vitaminas e os minerais são essenciais para a nossa vida. Eles contribuem para uma vida saudável através da regulação de metabolismo e da colaboração nos processos bioquímicos que liberam energia da digestão dos alimentos. Eles são considerados micronutrientes porque o corpo necessita de vitaminas e minerais em quantidades relativamente pequenas em comparação com outros nutrientes, tais como carboidratos, proteínas, gorduras e água. Um estudo realizado nos Estados Unidos comprovou que pessoas que ingerem um prato de salada antes das refeições consomem 12% a menos de calorias do que as que partem direto para o prato principal. A pesquisa foi publicada no Journal of American Dietetic Association.

Os nutrientes que necessitamos podem ser adquiridos através de uma dieta adequada, rica em alimentos frescos e saudáveis. Pesquisadores reconhecem que dietas ricas em frutas, vegetais e grãos reduzem o risco de várias doenças, incluindo alguns tipos de câncer, doenças do coração, diabetes e hipertensão arterial. O Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos estima que a dieta alimentar inadequada é responsável por 35% dos casos de câncer, o que é maior que qualquer outro fator etiológico de câncer.

Vitaminas e minerais específicos atuam como antioxidantes no organismo através da doação de elétrons para os radicais livres. Esse processo estabiliza os radicais livres protegendo as células contra os danos causados pela oxidação. A pele, com sua grande área superficial e função protetora, é o maior alvo do estresse oxidativo, tanto das fontes endógenas, quanto das fontes exógenas de radicais livres (tabagismo, poluição do ar, medicamentos, radiação ionizante, consumo de gordura, luz solar). A pele é rica em lipídeos, proteínas e DNA, todos altamente suscetíveis aos danos oxidativos. O mecanismo que nos protege dos radicais livres se enfraquece com a idade.

 Deficiências comprovadas

Vitaminas e a pele: Especialistas sabem que as vitaminas afetam a pele. Falta de vitaminas pode tornar a pele sem vida, manchada, seca ou oleosa. Pele saudável requer uma variedade de vitaminas para mantê-la integra, especificamente, Vitamina A (encontrada em cenouras, brócolis, vegetais de folhas verdes, aspargos, melão cantaloupe, damasco, pêssegos, e batata doce) e Vitamina E (encontrada em óleos vegetais - amendoim, soja, milho, oliva, girassol, etc.) e o gérmen de trigo são as fontes mais importante de vitamina E. Fontes secundárias são as nozes, a sementes, grãos inteiros, e os vegetais de folhas verdes. Alguns alimentos básicos, como o leite e os ovos, contêm pequenas quantidades de alfa-tocoferol.)

Além disso, Vitaminas E e C (encontrada em vegetais e frutas cítricas) são a mais simples formas de antioxidantes. Antioxidantes podem ajudar a prevenir danos na pele causados pelos radicais livres, uma forma mutante perigosa do oxigênio que, em grande quantidade (proveniente da poluição, radiação solar, etc...), pode lesar as membranas celulares que protegem as células da pele e causar inflamação, acentuar linhas de expressão e pregas, entre outros danos.

Vitamina A pode ajudar a prevenir o dano causado pela radiação solar, e a Vitamina C pode acelerar a recuperação da pele. Existem evidências que a Vitamina C pode passar através das camadas da pele e ajudar na reparação do tecido danificado por queimadura ou lesão, embora alguns especialistas discordem disto. Vitamina D, absorvida através das camadas mais externas da pele, pode ajudar na cura da pele quando aplicada topicamente, especialmente quando combinada com a Vitamina A.

Vitamina E e a pele: O termo vitamina E cobre oito compostos encontrados na natureza. Quatro deles são chamados tocoferóis e quatro são tocotrienóis, sendo identificados pelos prefixos a-, b-, g- e d. O alfa-tocoferol é o mais comum e o mais ativo biologicamente destas formas de ocorrência natural de vitamina E. A Vitamina E tem sido há muito tempo utilizada para problemas da pele. Muitas pessoas hoje utilizam Vitamina E para ardências, cortes, irritações da pele, e para ajudar a minimizar as rugas. Cientificamente, nunca foi provado ser eficaz quando utilizada topicamente a não ser como hidratante, desde que a vitamina E não consegue penetrar as camadas externas da pele. Alguns estudos demonstram que esta vitamina pode irritar a pele da face, especialmente quando ela é utilizada com um produto para acne que tem um efeito de peeling. Quando a vitamina E é forçada a penetrar pelas camadas da pele, ela pode causar reações alérgicas severas. Vitamina E é um antioxidante que pode ajudar a prevenir danos causados pelos radicais livres. Baseado na observação que o dano da pele causado pela luz solar e pelos outros agentes ambientes são indutores de radicais livres, existe a possibilidade da Vitamina E ser efetiva na prevenção dos danos na pele. Ela está sendo usada cada vez mais em preparações para a pele como uma maneira de reverter este dano. Embora o uso tópico da vitamina E tem suas conseqüências negativas além do potencial de reações alérgicas, superdoses de vitamina E oral podem bloquear a absorção de outras vitaminas lipofílicas como a vitamina A e D. Deficiência de vitamina E é extremamente rara, e quando ocorre é freqüentemente causada por uma doença que bloqueia sua absorção no trato gastrointestinal. Esta vitamina é encontrada naturalmente em óleos vegetais, incluindo óleo de germe de trigo, a maioria das pessoas tem uma ingesta adequada desta vitamina na dieta alimentar comum.

Deficiência de zinco: deficiência deste elemento pode causar inflamação na pele e queda de cabelos, diarréia, e níveis sanguíneos baixos de zinco. Os sintomas na pele são muito similares daqueles da acrodermatite enteropática. O zinco é um elemento traço essencial para anormal cicatrização da pele. Pequenas quantidades são encontradas em uma grande variedade de alimentos, incluindo carnes, pães de trigo integral e de cereais, feijões secos e frutos do mar. Uma causa comum da deficiência de zinco é encontrada em pacientes com dietas por sonda sem adequada suplementação de zinco, freqüentemente após o segundo e terceiro meses de entubação. Tratamento: suplementação de zinco reverte rapidamente a deficiência.

Vitamina D e a pele: Vitamina D é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo. É também conhecida como calciferol e vitamina antiraquítica. As formas principais são conhecidas como vitamina D2 (ergocalciferol: de origem vegetal) e vitamina D3 (colecalciferol: de origem animal). A Vitamina D é uma substância de ocorrência natural produzida pela interação da luz solar com componentes químicos da pele que ajudam o corpo a absorver cálcio no trato intestinal e prover o desenvolvimento e crescimento saudável dos ossos. Em torno de 15 minutos ao sol é suficiente para atingir as necessidades mínimas requeridas pelo corpo desta vitamina, embora também seja encontrada em muitos alimentos. A deficiência da vitamina D, causada pela dieta pobre ou falta de luz solar pode levar ao raquitismo. Vitamina D tem sido adicionada ao leite desde 1930 como forma de reduzir a incidência de raquitismo. Muitos alimentos foram fortificados com vitamina D, e suplementos também estão disponíveis. Outra boa fonte de vitamina D da alimentação é o óleo de peixe, produtos lácteos, e gemas de ovo. Entretanto, a interação da luz solar com a pele pode fornecer suficiente vitamina D mesmo que a criança não beba leite. Pessoas idosas que não bebem leite e não tomam banho de sol tem um risco aumentado de deficiência de vitamina D. Vitamina D é considerada um antioxidante (veja em produtos antioxidantes para a beleza) e anticarcinogênica, e pode participar da pigmentação da pele. Desde que seja absorvida pela pele, aplicando esta vitamina topicamente pode ter um efeito na saúde da pele. Vitamina D é tóxica em quantidades muito grandes (entre 5.000 e 10.000 UI diariamente por vários meses de D3 ou D4), e megadoses devem ser evitadas. Banho de sol, entretanto, não resulta em overdose.

Vitamina B6 (Piridoxina) e a pele: Deficiência desta vitamina causa uma variedade de alteração na pele, inflamação da boca e língua e lábios rachados. Esta vitamina faz parte vital da atividade de várias enzimas e hormônios envolvidos em manter a pele saudável. Boas fontes alimentares de Vitamina B6 são encontradas na galinhas e o fígado de vaca, porco e vitela são excelentes fontes de piridoxina. As boas fontes incluem o presunto e o peixe (atum, truta, halibute, arenque e salmão), nozes (amendoins, avelãs), pão, milho e cereais de grão integral. Geralmente os vegetais e as frutas são fontes pobres de vitamina B6, embora existam produtos nestas classes alimentares que contêm quantidades consideráveis de piridoxina, tais como os feijões e a couve-flor, as bananas e as passas. Uma dieta balanceada proverá suficientes quantidades desta vitamina, a qual é também produzida em pequenas quantidades pelas bactérias intestinais. Pessoas que tem o risco que desenvolver deficiência da Vitamina B6 incluem as crianças que estão amamentando, pessoas com dietas pobres e aquelas com distúrbios de absorção, alcoólicos graves, e pacientes medicados com certas drogas (incluindo penicilamina, hidralazida, ou pílulas anticoncepcionais).
 
Vitamina A (Retinol) e a pele: Vitamina A é a vitamina necessária para a saúde da pele. Muitos alimentos contêm esta vitamina, mas particularmente boas fontes incluem fígado, fígado de peixe, gema de ovo, leite e outros produtos lácteos, margarina, e um grande número de frutas e vegetais. Deficiência desta vitamina é rara em países desenvolvidos, mas uma séria falta ou excesso de ingestão podem ambos causar pele áspera e seca, entre outros problemas. A Vitamina A, uma vitamina lipossolúvel, ocorre sob duas formas principais na natureza - o retinol, o qual se encontra apenas em fontes animais e certos carotenóides (provitaminas), as quais se encontram apenas em fontes vegetais. Os carotenóides são os compostos que dão a várias frutas e vegetais a sua cor amarela ou laranja. O carotenóide mais abundante e mais conhecido é o beta-caroteno. O beta-caroteno é um dos mais de 600 caratenóides existentes na natureza conhecidos. O beta-caroteno é um precursor da vitamina A ou provitamina A, porque a sua atividade como vitamina A ocorre apenas após a sua conversão para retinol no interior do corpo. Uma molécula de beta-caroteno pode ser clivada por uma enzima intestinal específica em duas moléculas de vitamina A. Contrário da crença popular, ingestão de muito caroteno (comer grandes quantidades de cenouras) não causa excesso de vitamina A; entretanto, isto pode provocar a carotenemia (altos níveis sanguíneos de caroteno), o qual pigmenta a pele com um amarelo intenso.
 
Enxofre e a pele: Enxofre é um componente mineral importante da Vitamina B1 e de vários aminoácidos essenciais. Ele é particularmente necessário para o corpo produzir o colágeno, o qual ajuda a formar o tecido conjuntivo. Enxofre é também um componente da queratina, o ingrediente chefe do cabelo, pele e unhas. Além disso, enxofre é um dos mais antigos ingredientes dos modernos e populares medicamentos para a acne, embora sua ação ainda não esteja completamente elucidada. Pesquisadores acreditam que ele é efetivo no controle das bactérias e esfoliação da pele. Muitos estudos sugerem que a combinação de peróxido de benzoíla e enxofre é mais efetiva que o enxofre usado isoladamente. Acredita-se que o enxofre dissolva a camada superior de células mortas e desacelera a atividade das glândulas sebáceas, pela razão porque é usado em sabonetes e loções para acne, e em xampus para caspa. A maior concentração de enxofre em produtos sem receita médica é de 10%. Enxofre pode causar leve sensibilização e reações alérgicas, e pode irritar os olhos. Recomenda-se descontinuar o uso se ocorrer sensibilidade cutânea. Enquanto a maioria dos especialistas considera seguro o peróxido de benzoíla e enxofre quando usados isoladamente, produtos que combinam os dois aumentam a possibilidade de sensibilização ao peróxido de benzoíla. Então, produtos combinados não estão disponíveis sem prescrição. Além disso, o enxofre é algumas vezes adicionado à resorcina (produto que causa descamação da pele) como um tratamento da acne, embora especialistas não estejam certos de que esta combinação funcione. Resorcina isoladamente não é considerado efetivo contra a acne, mas parece que acentua a ação do enxofre. Pela razão da resorcina em concentrações acima de 3% serem tóxicas, produtos com este ingrediente são disponíveis sem receita (over-the-counter) na concentração de 2% ou menos. Produtos contendo resorcina não devem ser aplicados em pele danificada ou em grandes áreas do corpo. Lembrando, ao resorcina pode despigmentar peles escuras ou negras.

Vitamina B2 (Riboflavina): Riboflavina é uma das vitaminas com mais ampla distribuição. Todas as células de plantas e animais contém-na, mas há muito poucas fontes ricas. A levedura e o fígado têm as concentrações mais elevadas, mas as fontes de dieta mais comuns são o leite e os seus derivados, a carne, os ovos e os vegetais de folhas verdes. Os grãos dos cereais, embora fontes pobres em riboflavina, são importantes para aqueles que dependem dos cereais como componente principal da dieta alimentar. Os cereais fortificados e os produtos de panificação fornecem grandes quantidades. As fontes animais de Vitamina B2 são melhor absorvidas que as fontes vegetais. No leite de vaca, ovelha e cabra, pelo menos 90% da riboflavina está na forma livre; na maioria das outras fontes, surge ligado a proteínas. Deficiência desta vitamina pode causar lábios rachados, e língua dolorosa e feridas nos cantos da boca. Enquanto uma dieta balanceada freqüentemente oferece adequadas quantidades de riboflavina, algumas pessoas são susceptíveis a deficiência. Estas pessoas incluem aquelas tomando drogas antipsicóticas como fenotiazinas, antidepressivos tricíclicos, contraceptivos orais, e aquelas com distúrbios de absorção ou dependência severa ao álcool. Deficiência pode ser resultado de doença grave ou ferimento, ou cirurgia.

Boas vitaminas para a nutrição da pele


Vitaminas C, E, A, K, e complexo B podem ajudar a melhorar a saúde da pele. Veja como:

Vitaminas C e E. Entre as mais importantes novas descobertas da dermatologia é o poder das vitaminas contra os efeitos da exposição solar. Numa pesquisa apresentada no 2002 Annual Meeting of the American Academy of Dermatology, o pesquisador da Duke University, Sheldon Pinnell e colegas demonstrou que “significativa fotoproteção pode ser obtida com o uso tópico de vitaminas C e E”. Vitamina C tópica pode prevenir as conseqüências da prolongada exposição ao sol a qual pode conduzir ao câncer de pele. Suplementação com Vitamina E natural, na dose de 400 UI por dia, tem sido registrado como redutor do dano solar, das rugas e melhora na textura da pele. The Journal of Investigative Dermatology noticiou, em fevereiro de 2005, que as pessoas que tomam vitaminas C e E por longo período reduzem suas queimaduras solares quando expostas a radiação UVB.  Além disso, pesquisadores observaram uma redução dos fatores ligados ao dano do DNA das células da pele, levando-os a concluir que as vitaminas antioxidantes ajudam a proteger contra o dano no DNA. Vitamina C e E ajudam reduzindo o dano causado pelos radicais livres, um danoso subproduto da luz solar, fumo, e poluição. Radicais livres devoram colágeno e elastina, as fibras que sustentam a estrutura da pele, causando rugas e outros sinais do envelhecimento. Quando essas duas vitaminas são combinadas em uma loção, elas podem ser altamente protetoras contra o dano solar.

Isto não significa que ingerindo vitaminas ou cobrindo-se com loção, então você pode se cozinhar seguramente no sol. A ligação entre bronzeamento e câncer de pele é inquestionável e perigosa. (Sempre usar um filtro solar com um FPS de pelo menos 25 e limite sua exposição ao sol entre 10 da manhã e 4 da tarde). Mas você pode ajudar a sua pele se manter saudável e bonita tendo a certeza que você ingere o suficiente destas vitaminas antioxidantes. Para ter certeza que em sua dieta contém o suficiente de vitamina C, coma frutas cítricas e vegetais ricos em vitamina C como pimentão, brócolis, couve-flor, e folhas verdes. Estes alimentos podem repor a perda de vitamina através da pele. Você também pode tomar suplementos de vitamina C, de 500 até 1000 miligramas por dia, de acordo com a American Academy of Dermatology.

Você pode experimentar um creme tópico de vitamina C para estimular a produção de colágeno, exatamente como o seu corpo faz naturalmente quando você é jovem. A dica aqui é usar uma formulação contendo vitamina C na forma de ácido L-ascórbico, o único que pode penetrar nas camadas da pele e fazer o trabalho. Você pode encontrar vitamina E em óleos vegetais, nozes, sementes, azeitonas, espinafre, e aspargos. Mas como é difícil conseguir o suficiente dos alimentos, muitas pessoas ingerem suplementos. (Tome cuidado, pois algumas recentes pesquisas alertam que altas doses de vitamina E podem ser prejudiciais. Fique com 400 UI por dia ou menos para ficar segura). Usada em um creme, loção ou serum, a vitamina E pode aliviar a pele seca e rugosa, de acordo com a American Academy of Dermatology.

Além das Vitaminas e Minerais: Os novos nutrientes da pele

Algumas das mais novas excitantes pesquisas sobre a pele além das vitaminas e minerais são outros nutrientes que, quando usados internamente ou aplicados topicamente, podem ter significante efeitos na sua pele.

Ácido Alfa-Lipóico. Um poderoso antioxidante, centenas de vezes mais potente que a vitamina C ou E, o ácido alfa-lipóico pode vir a ser uma poderosa revolução no envelhecimento cutâneo. O que o faz tão especial, dizem os especialistas de pele, é sua capacidade de funcionar tanto no óleo como água, agindo nas células da pele por dentro e por fora do nosso corpo. A maioria dos antioxidantes pode fazer de uma forma, mas não nas duas. Mais especificamente, o ácido alfa-lipóico ajuda a neutralizar o dano da célula da pele causado pelos radicais livres, melhor do que fazem as vitaminas C e E. Em um estudo realizado na Yale University  e publicado no Archives of Gerontology and Geriatrics em 1999, pesquisadores descobriram que o ácido alfa-lipóico protege as proteínas do dano causado pelos radicais livres. Também descobriram que ele ajuda outras vitaminas a trabalharem mais eficientemente na reconstrução das células danificadas da pele causadas pelas agressões ambientais, como fumaça e poluição. O ácido alfa-lipóico está disponível em suplementos e cremes.

DMAE. Outro poderoso antioxidante, este nutriente tem um dos mais fortes apetites por radicais livres. Ele trabalha principalmente desarmando seus poderes em danificar as células da pele.  Ele também estabiliza a membrana externa de cada célula, que ataques do sol e fumaça de cigarros são reduzidos. DMAE também previne a formação de lipofucsina, o pigmento marrom que é a base das manchas senis. Como o ácido alfa-lipóico, o DMAE está disponível em suplementos e cremes.

Ácido Hialurônico. Feito pelo corpo, o trabalho principal deste nutriente é lubrificar as articulações como a dos joelhos, ombros, dedos, e artelhos para todas se moverem suave e facilmente.   Pesquisas mostram que ele também funciona ao nível das células da pele, agindo como uma espécie de cola que ajuda a mantê-las unidas, deixando a pele parecer suave e jovem. Outra característica importante é a sua habilidade em absorver água, até 1.000 vezes seu peso, o que representa mais água para cada célula da pele. Cremes de primeira linha agora incluem ácido hialurônico. É igualmente poderoso tomado em forma de suplementos, embora mais pesquisas sejam necessárias para provar sua eficácia. Este nutriente não está disponível em alimentos.

Ácidos Graxos Essenciais (AGE). Se sua pele está seca, inclinada à inflamação, e frequentemente pontilhada com comedões brancos e pretos, você pode estar carente de ácidos graxos essenciais, nutrientes que são cruciais para a produção da barreira oleosa natural da pele. Sem o adequado suprimento de AGE, a pele produz uma forma mais irritante de sebo, ou óleo, o qual pode resultar nestes problemas. A solução pode estar em equilibrar dois AGEs chaves, ômega-3 e ômega-6. Enquanto muitos alimentos populares forneçam suficiente quantidade de ômega-6 (bolos, óleos de cozinha, galinha, grãos, e muitos outros alimentos) ômega-3 está frequentemente faltando. Ele é encontrado comumente em peixes de água fria, incluindo salmão, sardinhas, e cavala, semente de linho, e óleo de linhaça e açafrão. Tomando suplementos, como cápsulas de óleo de peixe ou óleo de prímula, podem também ajudar a manter sua pele suave e de aspecto jovem.

Nutrição da pele: a linha de fundo

A maioria das pessoas pode obter todos os nutrientes que a pele necessita dos multivitamínicos e da alimentação saudável. Isto não significa que devemos sair correndo e gastar um monte de dinheiro em vitaminas. A idéia é usá-las de uma forma inteligente e o que é bom para a sua saúde. Mas nunca pense que elas são todas as respostas em relação aos problemas de saúde, particularmente do envelhecimento cutâneo.  A melhor atitude é beber muita água, usar produtos suaves para limpar a sua pele, sempre usar filtros solares, e fazer uma alimentação balanceada (com alimentos funcionais) – então você pode adicionar a estes cuidados os suplementos nutricionais para suprirem algumas deficiências. Veja algumas fontes de nutrientes para a sua pele:


Vitamina A

Fígado, cenoura, mamão, abóbora, gema de ovo e manteiga

Betacaroteno
Frutas e vegetais amarelos são os mais ricos, como abóbora, mamão, melão, pimentão amarelo, além de agrião, batata-doce, brócolis, couve, damasco, espinafre, pêssego e tomate

Vitamina C
Kamu-kamu (fruta amazônica que tem 60 vezes mais vitamina C do que o limão), acerola, goiaba, melão, agrião, caju, goiaba, limão, laranja, morango, salsão, pimentão, tangerina, tomate e brócolis

Licopeno
Molho de tomate (natural),
tomate, suco de tomate, morango, goiaba, melancia

Ômega-3
Óleo e semente de linhaça, salmão, bacalhau, sardinha, atum, arenque

Vitamina E
Abacate, germe de trigo, amêndoa, avelã, azeite de oliva, castanha-do-Pará, ervilha, cereais integrais, espinafre e repolho

Polifenóis
Chá verde, vinho tinto, suco de uva, sementes de uva, ameixa e uva-passa

Magnésio
Nozes, castanhas, leguminosas (lentilha, feijão, ervilha), milho, cenoura, vegetais de folhas verde-escuro, cereais integrais, tofu e frutos do mar

Selênio
Castanha-do-Pará (uma por dia), alho, cebola, cogumelos, grãos integrais, peixes

Zinco
Algas, moluscos e ostras, leite, iogurte, carne, grãos, raiz de gengibre

Ultima atualização: 13/08/2006


Antioxidantes naturais do extrato de tomate reduzem a hipertensão leve

O tratamento da hipertensão arterial pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares. O extrato de tomate contém carotenóides tais como o licopeno, betacaroteno e vitamina E, conhecidos como antioxidantes eficazes para combater os radicais livres e reduzir a velocidade da progressão da aterosclerose. O consumo regular de pequenas quantidades de produtos com tomate é capaz de proteger lípides e DNA linfocitário do dano oxidativo. Os resultados das pesquisas sugerem que os produtos com tomate não constituem somente boas fontes de licopeno, mas também fontes de vitamina C biodisponível. A ingestão regular de pequenas quantidades de produtos com tomate pode elevar a proteção celular de danos no DNA induzidos por espécies oxigênio reativas. Este efeito pode ser originado do sinergismo entre os diferentes antioxidantes presentes no tomate (RISO, P.; VISIOLI, F.; ERBA, D.; TESTOLIN, G.; PORRINI, M. Eur J Clin Nutr, 2004 - Mar.).

Com o propósito de avaliar o efeito do extrato de tomate na pressão arterial sistólica e diastólica na hipertensão arterial leve, nas lipoproteínas do soro, na dosagem de homocisteína plasmática e nos marcadores de estresse oxidativo, pesquisadores israelenses analisaram 31 pacientes com hipertensão leve que não faziam uso de medicamentos antihipertensivos ou para redução de lípides. Esses adultos tinham idades entre 30 e 70 anos e eram de ambos os sexos. O estudo foi publicado no primeiro número de janeiro de 2006 da revista American Heart Journal.

Os participantes do estudo passaram 4 semanas ingerindo uma cápsula de placebo todos os dias. A seguir receberam uma cápsula de extrato de tomate por dia (250 mg de Lyc-O-Mato, durante 8 semanas. Finalmente, eles receberam durante outras 4 semanas novas cápsulas de placebo.

Os resultados obtidos indicaram que, em média, a pressão sistólica dos participantes caiu dez pontos, enquanto a pressão diastólica caiu quatro pontos durante o período em que eles consumiram extrato de tomate. Estes números foram considerados estatisticamente significativos. Não foram observadas mudanças na pressão sistólica e diastólica durante o tempo em que receberam placebo. Não houve redução significativa nos níveis lipídicos dos pacientes.

O efeito continuado e os benefícios a longo prazo nos riscos cardiovasculares ainda deverão ser demonstrados.

Fonte: American Heart Journal. Volume 151, Issue 1, Pages 100.e6-100.e1 (January 2006)

Ultima atualização: 13/08/2006


Novos estudos mostram que fibras não-solúveis protegem contra doenças cardiovasculares

O aumento do consumo de fibras na dieta é amplamente recomendado para manter ou melhorar a saúde, mas o conhecimento da relação entre o tipo de fibra ingerido e o risco de doença cardiovascular é limitado.

Com o objetivo de examinar a relação entre o tipo de fibras consumido na dieta e o risco de doenças cardiovasculares, um estudo francês de coorte publicado na revista American Journal of Clinical Nutrition envolveu 3429 mulheres e 2532 homens. Os participantes tinham entre 35 e 60 anos, e foram separados em 5 grupos de acordo com o tipo de fibras consumido. Foram obtidas informações sobre os hábitos de alimentação e o estilo de vida. A conclusão foi que a maior ingestão de fibras, principalmente as não-solúveis, está relacionada a menores riscos de desenvolver obesidade, hipertensão arterial ou dislipidemias. Dieta rica em fibras solúveis foram menos efetivas.

Fibras de cereais foram associadas com menor índice de massa corporal, de pressão arterial e menores concentrações de homocisteína (relacionada a doenças cardiovasculares). Fibras de vegetais têm relação com baixa pressão arterial e menor concentração de homocisteína e, as fibras de frutas, com baixo índice de relação cintura-quadril e melhores índices de pressão arterial. Fibras de frutas secas, nozes e sementes foram associadas com menor índice de massa corporal e de relação cintura-quadril e também a níveis de glicemia mais baixos.

A ingestão de fibras está inversamente correlacionada com doença cardíaca e fatores de risco para ambos os sexos, o que reforça seu papel protetor contra doenças cardiovasculares e recomenda um aumento do consumo.

Fonte: American Journal of Clinical Nutrition Volume 82, número 6, 1185-1194, dezembro de 2005.

Ultima atualização: 17/02/2006


Resveratrol impede transmissão de herpes

Uma substância presente no vinho tinto pode prevenir o alastramento do herpes labial. A descoberta foi fruto de uma pesquisa feita nos Estados Unidos, na qual se identificou um componente do vinho, chamado resveratrol, que, ao ser ministrado nos locais inflamados, impede a transmissão do vírus, com chances, ainda, de bloquear o seu desenvolvimento. Os cientistas que conduziram o estudo disseram que a técnica também deve ser usada para prevenção, podendo, futuramente, ser usada contra o herpes genital: a substância seria aplicada em camisinhas.

O herpes é incurável, mas não é fatal para adultos. Ele pode ser perigoso se transmitido para o feto durante a gravidez, causando cegueira e doenças fatais na infância. Acredita-se que 20% da população americana, por exemplo, esteja infectada pelo vírus, mas apesar disso, poucas pessoas sabem que foram contagiadas, devido à natureza assintomática da doença. O vírus pode permanecer incubado e os sintomas se manifestar esporadicamente, ao longo de dias, meses ou até mesmo anos.

Entretanto, cientistas da Universidade de Medicina do Nordeste de Ohio acreditam que a descoberta pode ajudar os médicos a controlar o vírus. Eles dizem que o resveratrol, que já é usado na proteção contra doenças cardíacas pode pará-lo. Testes feitos com uma versão modificada da substância, chamada stil-5, pararam a infecção em 99.9% dos casos.

A descoberta foi apresentada na Conferência Intercientífica sobre Quimioterapia e Agentes Antimicróbios, em Toronto, no Canadá. Uma vacina contra o herpes genital feminino foi apresentada nesta mesma conferência por cientistas de uma empresa farmacêutica.

Como o resveratrol é resultado de um sistema de proteção da planta, quanto mais agressivo o ambiente em que ela é cultivada, maior a quantidade de moléculas presentes na uva. Encontrado principalmente na casca e nas sementes das uvas, o resveratrol quase não aparece nos brancos e espumantes, feitos apenas com a polpa da fruta. Para escolher a bebida pela quantidade de resveratrol, deve-se dar preferência aos tintos franceses feitos com uva tannat, safra de 1997 - aquela em que se encontrou o máximo da substância. A informação consta de um estudo brasileiro que analisou vinhos das dez principais regiões produtoras do mundo.

Ultima atualização: 17/02/2006


Cirurgias feitas a partir do uso do Botox® podem ajudar no tratamento de enxaqueca

Pesquisadores injetaram Botox® em cerca de cem pacientes para verificar quais eram os músculos ligados à ocorrência de enxaqueca. Depois, fizeram cirurgias para remover a inervação esses músculos. A cirurgia reduziu a intensidade e a freqüência das enxaquecas em 92% dos pacientes e eliminou totalmente o mal em um terço das pessoas envolvidas. A pesquisa, publicada na revista Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, também reduziu o número de ausências dos pacientes em seu trabalho. A enxaqueca provoca grande número de ausências no trabalho. Antes do tratamento, as pessoas que sofriam de enxaqueca faltavam em média 4,4 dias de trabalho por mês. Depois da cirurgia, essa média passou para 1,2 dias por mês.

Há várias teorias sobre o que causa a enxaqueca. Algumas delas alegam que o problema ocorre quando nervos são presos por determinados músculos. Os pesquisadores usaram Botox®, uma toxina tradicionalmente usada para atenuar rugas no rosto, para paralisar músculos na testa e nuca e determinar quais deles causavam a enxaqueca. Não há autorização para se utilizar Botox® no combate a dores de cabeça em vários países.

O diretor da Migraine Trust da Grã-Bretanha, Alan Bartle, recebeu a pesquisa com alguma cautela. Segundo ele, parece que o tratamento funcionou para esses pacientes, mas outros estudos sobre o uso de injeções de Botox® se provaram inconclusivos.

Ultima atualização: 22/02/2006


Síndrome de ardência bucal: ácido alfa-lipóico reduz dano neuronal

Pesquisa espanhola mostra que o ácido alfa-lipóico, acompanhado da psicoterapia, é boa alternativa para tratamento dessa síndrome, que acomete principalmente mulheres.

A Síndrome da Ardência Bucal (SAB) não é um problema raro e o paciente queixa-se de boca ardendo, mesmo sem ter lesões na mucosa. Acomete principalmente mulheres e a sintomatologia está relacionada a eventos de estresse, embora também ocorra em pacientes portadores de candidíase ou diabéticos. Um estudo espanhol, publicado na revista Medicina Oral (Volume 9, nº1), investigou as formas de tratamento da patologia e comprovou que o ácido alfa-lipóico pode ser importante auxiliar terapêutico.

O estudo contou com 192 pacientes portadores da síndrome, nos quais foram comparados três tipos de tratamento: psicoterapia (com duas sessões semanais), ácido alfa-lipóico (600mg/dia, por dois meses) e a combinação das duas terapias (psicoterapia e ácido alfa-lipóico). A um quarto grupo - controle - os pesquisadores administraram placebo. "O objetivo do estudo, como é percebido, foi examinar a eficácia da psicanálise e da psicoterapia cognitiva, comparada com a terapia farmacológica, em contraste com a interação das duas práticas", explicam os pesquisadores no artigo.

Segundo a pesquisa, tanto os pacientes tratados com psicoterapia, quanto os que receberam somente ácido alfa-lipóico (ALA) obtiveram melhoras significativas da sintomatologia. Contudo, os pesquisadores apontam que maior número de beneficiados foi encontrado no grupo que recebeu os dois tratamentos, simultaneamente. E mais: esses pacientes teriam conseguido manter a ausência de sintomas da síndrome por seis meses após o término do tratamento.

"Na síndrome da ardência bucal, estudos recentes já sugeriram o benefício do ácido alfa-lipóico, um fármaco útil em diversas neuropatias, parecendo possível, portanto, com base nessa evidencia, que a SAB seja mais uma neuropatia periférica provocada por eventos psicológicos estressantes", destacam os pesquisadores.

O estudo também reitera que, normalmente, os sintomas da síndrome são desencadeados na vigência de experiências de perdas ou mudanças significativas na vida dos pacientes. "No paciente deprimido, a boca é uma área de conflito, estando relacionada à frustração de necessidades (principalmente fisiológicas), também sendo uma área em que se somatizam expressões simbólicas de culpa associada. É um local para somatizar conflitos prévios. Portanto, é na boca que se manifesta a culpa", explica a pesquisa.

De acordo com os pesquisadores, os pacientes sentem mais dor na SAB quando têm aumento dos problemas interpessoais, daí a necessidade, segundo eles, de a psicoterapia estar sempre presente. Porém, tratamentos curtos com 600mg/dia do ácido devem complementar a terapia psicológica: "o ALA pode atuar como um neuroprotetor e ajudar na recuperação do dano neuronal", conclui a pesquisa.

Fonte
:Agência Notisa

Ultima atualização: 13/08/2006


Suco de romã ajuda a combater o câncer de próstata

O consumo de suco de romã ajuda a combater o câncer de próstata e a reduzir as células da doença, segundo um estudo publicado na revista Clinical Cancer Research de julho de 2006.

Pesquisadores descobriram que o suco dessa fruta freia a proliferação das células do câncer de próstata e promove a morte delas. Além disso, após uma intervenção cirúrgica, o suco de romã ajuda a reduzir o antígeno prostático específico (APE) que é o marcador da doença. Quanto mais rápido aumentam os níveis do APE no sangue de um homem depois do tratamento, maior é a possibilidade de o paciente morrer de câncer de próstata.

Segundo o professor do Departamento de Urologia da Universidade da Califórnia e autor do estudo, Allan Pantuck, a velocidade de aumento do APE caiu em 35% dos pacientes que consumiram suco de romã. "Esperamos que o suco de romã seja uma estratégia nova para aumentar a sobrevivência de homens que tenham sido tratados de câncer na próstata", destacou o especialista.

Pantuck disse que, embora a descoberta seja importante, é necessário fazer outros estudos para determinar de maneira precisa o papel que a estrutura química da fruta desempenha na doença. "Não achamos que estejamos curando ninguém do câncer prostático", afirmou Pantuck. "Em nossos testes iniciais, um terço dos pacientes tiveram uma redução do APE, mas em nenhum a eliminação foi total", ressaltou.

No entanto, frisou, essa redução, para muitos homens, pode significar o prolongamento de sua vida depois de uma cirurgia e de uma radioterapia.

Ultima atualização: 13/08/2006


Extrato de uva é bom para o coração

Pacientes submetidos à hemodiálise freqüentemente apresentam complicações cardiovasculares. Tais complicações são atribuídas a várias causas, dentre elas a dislipidemia (alterações nas taxas de gorduras no sangue), aumento do estresse oxidativo e inflamação. Na edição de julho de 2006 da revista American Journal of Clinical Nutrition, um artigo avaliou o efeito do extrato de uva vermelha sobre essas causas. Os resultados foram obtidos através da dosagem de gorduras dos indivíduos, capacidade antioxidante, oxidação do LDL (o chamado "colesterol ruim") e marcadores inflamatórios. Segundo as conclusões do trabalho, a ingestão de extrato de uva melhora o perfil lipídico e reduz a concentração de colesterol, reduzindo, desta forma, o risco cardiovascular.

American Journal of Clinical Nutrition, Volume 84, Number 1, July 2006, Pages 252-262
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Ultima atualização: 12/09/2006


Novidades para os fumantes

A maioria dos tabagistas, que interrompem o vício, apresenta recaída no primeiro ano e requerem várias tentativas, antes de atingirem a abstinência completa. As evidências sobre o benefício do tratamento medicamentoso, em prevenir a recaída, são insuficientes. Na edição de julho deste ano da revista JAMA - The Journal of the American Medical Association, um estudo avalia a manutenção da abstinência, em pacientes que realizaram tratamento para o tabagismo com o medicamento vareniclina. Segundo os pesquisadores, pacientes que atingiram a abstinência por pelo menos sete dias após o fim do tratamento, e que receberam mais 12 semanas de vareniclina, apresentam uma abstinência contínua maior, em comparação ao placebo. Portanto, sugere-se que o vareniclina possa vir a ser uma nova ferramenta, eficaz na manutenção da abstinência.

The Journal of the American Medical Association, Volume 296, Number 1, July 2006, Pages 64-71.

Ultima atualização: 12/09/2006


Soja é melhor que vinho contra radicais livres

O molho de soja, consumido amplamente em comidas orientais, pode ser mais eficiente que o vinho tinto e a vitamina C na preservação das células, informaram pesquisadores. Os cientistas identificaram que o molho de soja contém propriedades antioxidantes 10 vezes mais eficientes que o vinho tinto e 150 vezes mais potentes que a vitamina C, de acordo com notícia publicada no jornal Strait Times, de Cingapura. Antioxidantes controlam o efeito dos radicais livres, átomos instáveis que atacam as células e os tecidos humanos. Os radicais livres têm sido vinculados ao envelhecimento e a doenças como Mal de Parkinson, câncer e problemas cardíacos. A pesquisa da Universidade Nacional de Cingapura também identificou que o molho de soja, feito de grãos de soja fermentados, melhora a circulação sanguínea em até 50 por cento nas horas seguintes ao consumo. "Tem um aspecto preventivo, mostrando que pode reduzir a taxa de doenças neurodegenerativas e cardiovasculares", informou o líder da equipe de pesquisa, Barry Halliwell. Ele alertou, no entanto, quanto ao consumo exagerado do molho de soja por causa do alto nível de sal do produto, o que pode levar a um aumento da pressão arterial.

Ultima atualização: 12/09/2006